quarta-feira, 19 de junho de 2013
domingo, 4 de novembro de 2012
COMPORTAMENTO ALIMENTAR - Prazer de comer
(São Paulo, BR Press) - O atendimento clínico de pessoas que querem emagrecer é um laboratório de ideias.
Na clínica, o psicólogo tem a oportunidade de vivenciar uma proximidade verdadeira com o outro, na medida em que compartilha os meandros de um discurso recheado de dúvidas, expectativas, desejos, medos, fantasias, contradições. É um campo fértil para se questionar, e quebrar, de forma conjunta, um discurso pronto, cheio de preconceitos. Um discurso puramente médico da obesidade, ou um discurso moralista.
É com o atendimento em consultório, seja de forma individual ou em grupo, que vou construindo meu fazer. É na prática que testo uma ideia interessante, uma teoria pertinente. O que funciona? O que provoca mudança? Com quem adianta? Quando?
Aprendi que uma nova relação com o alimento não pode ser simplesmente imposta, ela é parte de uma jornada de autoconhecimento, de tomada de consciência. De forma colaborativa, profissional e paciente vão construindo a nova realidade, mais saudável, mas também possível. Tem de ser possível!
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Fale com ela pelo e-mail colunistas@brpress.net , pelo Twitter @brpress e/ou Facebook.
domingo, 28 de outubro de 2012
Nutrição de Verdade!
ATENÇÃO! Isso sim é nutrição de verdade!
A guerra contra as fast foods. Reloaded.
“Fast food é lixo. Tem um monte de ingredientes estranhos, é cheia de calorias, açúcar e sal e normalmente faz você se sentir mal”. Esse manifesto, bem como a imagem acima (“Coma fast food e morra cedo”), fazem parte de um campanha americana que tem sido amplamente divulgada lá fora chamada Stick It to Fast Food, cujo “simpático” logo é um garfo simbolizando uma mão mostrando o dedo do meio.
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Por Ana Carolina Costa - Nutricionista Clínica
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Você sabe como é a consulta com um nutricionista?
Hoje vamos falar um pequeno resumo sobre o que é uma consulta com um nutricionista clínico.
Veja, o nutricionista é o profissional preparado para mexer na sua alimentação, caso você precise disso para tratar alguma doença ou sintoma. Sendo assim, ele precisa conhecer muito sobre você, pois mexer no hábito alimentar de alguém é muito sério e de muita responsabilidade, embora não pareça.
Vamos dar um exemplo bem simples.
Digamos que vc tenha hábito de comer 150g de carne no almoço e 150g jantar e que por alguma patologia você precise diminuir essas 300g diárias para 40g/d. Feche os olhos, imagine algum alimento que vc goste e que vc coma sempre por muitos anos e que, de repente, precise ficar sem ele...precisa ou não de muito tato, delicadeza, tempo, processo, aprendizado, etc para que vc faça essa restrição sem esse sofrimento todo que vc acabou de sentir qdo fechou os olhos?
Bom, isso foi só uma pequena introdução para que você entenda que para mexer na sua alimentação, é preciso, no mínimo, de:
1. Anamnese detalhada: historia familiar de doenças, hábitos, intolerâncias e alergias (alimentares ou não), uso de medicamentos (sim! existe interação droga x nutriente!), hábito intestinal e de digestão, sua evolução de peso, doenças associadas, sintomas, queixas, estilo de vida, atividade física, etc.
2. Avaliação da composição corporal: feita por antropometria ou bioimpedância.
3. Estudo do seu hábito alimentar.
4. Dados da sua bioquímica, ou seja, exames de laboratório.
5. Exame físico.
Só depois de analisar tudo isso é que o nutricionista sabe o que ele vai te prescrever.
Então, você acha que merece menos que isso?
Fica a dica ;)
Hevoise Fátima Papini
www.hevoise.com.br
domingo, 14 de outubro de 2012
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